Em defesa de Mirella Cunha jornalista da BAND parte 2

Deve constar dos autos de defesa de Mirella Cunha que o estado Brasileiro esta a mais de duas décadas gerando material pra esse tipo de repórter o estado é cumplice na produção desses programas que gerou um verdadeiro seguimento jornalístico que é padrão em todo o país, si não vejamos eu não sou expecte em leis mais a vinda a tona do vídeo na mesma semana do espetáculo produzido em torno de cachoeira na CPMI me da pistas do que esta ocorrendo já que temos um caso onde o réu dispõe de quinze milhões para pagar um dos melhores advogado do país e ex-ministro de justiça para defende-lo. O réu Carlinhos Cachoeira se cala diante de uma prerrogativa constitucional e faz dezenas de deputados e senadores da republica de bobos e não há nem um repórter de nem um grande veiculo de comunicação que se aproxime dele par lhe indagar uma pergunta que seja. Logo fica subentendido que o estado comete crime ao abrir as portas das delegacias da periferia do Brasil para que repórteres da marca de Mirella de seu show e aumente o ibope de seus canais de tv e gera milhos aos cofres destas empresas, sendo que pelo quadro criado por este projeto de blogueiro existem leis constitucionais que não permitem uma serie de coisas com relação à abordagem a presos por pate da imprensa ou de quem quer que seja.

Talvez sejam a estas leis que o procurador da República, Vladmir Aras, que é o coordenador do Núcleo Criminal do MPF/BA, se referia quando disse, em entrevista que há indícios de abuso de autoridade, de ofensa a direitos da personalidade, bem como possível descumprimento da Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal, que limita uso de algemas a casos excepcionais. E por tanto o procurador Vladmir Aras encaminhou a representação à Procuradoria-Geral de Justiça do Estado da Bahia; à 2ª Câmara de Coordenação e Revisão da Procuradoria Geral da República (PGR), em Brasília, e à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), para que cada um destes órgãos adote as providencias de acordo com suas atribuições e tem mais o procurador também solicitou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia que informe se há algum regulamento quanto à proibição de exposição de presos a programas como o Brasil Urgente, dentro das delegacias de Salvador, e também que remeta ao Ministério Público Federal uma cópia do auto de prisão do entrevistado. Parece-me, que aqui ha leis e tomadas de decisões suficientes e que falam por se só, por isto é tão urgente que se discuta em todos os cantos do país o papel da mídia.

Marco Regulatório Já.

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