Morre aos 95 anos o ator Ernest Borgnine, vencedor do Oscar

Creio que para todos que como eu, que tem mais de quarenta, já assistiu algum filme com Ernest Borgnine; bons tempos em que o cinema era pura magia ou isso é papo de quem esta envelhecendo, o fato é que quero aqui presta esta singela homenagem ao replicar a noticia da perda do ator que fez parte da vida de gerações:

O ator Ernest Borgnine em sua casa em Beverly Hills, na Califórnia, em 2010

Folha inlustrada Atualizado às 19h52.

O ator norte-americano Ernest Borgnine morreu neste sábado (7), aos 95 anos, em decorrência de uma insuficiência renal. A informação foi confirmada por Harry Flynn, porta-voz do ator durante muitos anos.

Segundo Flynn, Borgnine morreu no centro médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, ao lado de sua família.

Conhecido por seus papéis como vilão, Borgnine ganhou o Oscar de melhor ator em 1955, pelo filme “Marty”, dirigido por Delbert Mann, que também conquistou a estatueta de melhor direção.

Além do Oscar, o papel em “Marty” rendeu a ele um Globo de Ouro e prêmios concedidos pelo New York Films Critics Circle, pelo National Board of Review e pela British Academy of Film and Television Arts.

Nascido em 24 de janeiro de 1917, em Connecticut, filho de imigrantes italianos, Borgnine passou sua infância na Itália, e retornou a seu Estado de origem, onde se formou no colégio. Depois, estudou na Randall Scholl of Drama, em Hartford, mudando-se posteriormente para Virginia, onde fez parte do Barter Theater, em Abingdon.

Sua primeira atuação marcante foi aos 37 anos, no filme “A Um Passo da Eternidade” (1953), no qual deu vida ao personagem “Fatso” Judson, protagonizando um embate antológico com Private Maggio, interpretado por Frank Sinatra.

Em 1973, em entrevista o New York Times, Borgnine falou sobre seus métodos de atuação: “Eu trabalho com meu coração e com minha cabeça, e as emoções fluem naturalmente”.

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E para relembrar um de seus trabalho indico este filme que me marcou muito pois meu pai foi caminhoneiro: Comboio (Convoy) 1978

O caminhoneiro Martin “Rubber Duck” Penwald (alcunha dada pelo fato de carregar um pato de borracha no seu gigantesco caminhão) é perseguido pelo xerife Lyle Wallace nas estradas do Arizona e Novo México. Nessa briga ele recebe ajuda de outros caminhoneiros, que se comunicam pelo rádio o tempo todo (muitas das gírias usadas acabaram se tornando populares depois do filme). Quando o xerife prende Spider Mike, tentando usá-lo como isca para uma armadilha para Rubber Duck, ele e os caminhoneiros armam uma espetacular rebelião contra as forças policiais, formando um enorme comboio de caminhões.

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