Dilma anuncia novo preço na energia e mais uma vez relembra um pequeno detalhe do governo de FHC “APAGÃO”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (11) que a redução na tarifa de energia para consumidores residenciais e industriais poderá ser ainda maior que os percentuais já anunciados. Na última quinta-feira (6), em pronunciamento, a presidenta disse que no início de 2013 os consumidores residenciais terão redução média de 16,2%, e as indústrias, de até 28%. Dilma afirmou que após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) concluir estudo sobre os contratos de distribuição de energia, a redução na tarifa poderá ser ampliada.

“A partir do início de 2013, os consumidores residenciais vão ter sua conta de luz reduzida em 16,2% e os industriais, entre 19% e 28%. Essa reduções que eu me referi poderão ser ainda maiores quando a Aneel concluir os estudos, em março, e apresentá-los numericamente no que diz respeito aos contratos de distribuição que vencerão entre 2016 e 2017. Portanto, estes números são números que me permitem dizer que eu não estou cometendo nenhum exagero ao afirmar que nós estamos tomando uma medida histórica”, disse.

A presidenta disse que governo vai antecipar a renovação das concessões das empresas de geração de transmissão e distribuição de energia que venceriam até 2017 e assim assegurar, já em 2013, uma redução de custos. Segundo ela, a renovação permitirá retorno para o consumidor dos investimentos que foram financiados por ele. E as concessionárias, de acordo com a presidenta, ao serem indenizadas pelos investimentos ainda não amortizados, vão dispor de um capital livre que lhes permitirá condições muito melhores de investimento.

“Em suma, a renovação das concessões de geração, de transmissão e distribuição, nos termos que estamos fazendo, beneficia a todos sem exceção. E as tarifas de energia vão diminuir, também, graças à decisão do governo de reduzir os encargos que hoje incidem sobre a conta de luz de todos os brasileiros, e também, por aportes que o Tesouro Nacional fará ao sistema para financiar políticas de atendimento a parcelas específicas da população mais carente”, afirmou.

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