Governo: crise do mensalão termina com fim da superexposição

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O Palácio do Planalto não enxerga conspiração em marcha do STF (Supremo Tribunal Federal), apesar da politização clara do julgamento do “mensalão”.

Julga-se que a atitude dos Ministros esteja diretamente relacionada com a quantidade de horas dedicada ao tema pela televisão.

Sobre os Ministros, as conclusões são de que, por seu histórico, os comportamentos de Marco Aurélio de Mello e Gilmar Mendes eram previsíveis. O de Celso de Mello, a péssima decepção. E o de Luiz Fux, uma surpresa. Não se conhecia seu histórico, mas veio acompanhado de um leque de apoios, incluindo até João Paulo Stédile e outras fontes do PT. De Celso, fala-se com decepção; de Fux, apenas com desprezo, inclusive pelo seu comportamento anterior, para se habilitar à indicação a Ministro.

De qualquer modo, considera-se que esse clima termina com o fim do julgamento. E será apenas um problema a mais para administrar, assim como os problemas enfrentados agora com o setor elétrico.

Não se tem dúvida de que prosseguirá a ofensiva da mídia. Considera-se que Veja trocou o marginal de estimação, de Carlinhos Cachoeira para Marcos Valério. E irá atazanar o ex-presidente Lula, estimulando promotores a processá-lo. Nada além disso.

Por isso mesmo, não se pensa em nenhuma mudança na indicação de Ministros do STF. Os critérios continuam sendo o da reputação ilibada e notório saber.

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