Gurgel, o mensalão saiu-lhe caro !

O MP tomou partido. Tem lado. Não defende a sociedade. Mas, um lado. A minoria.

O brindeiro Gurgel não se coçou para pegar o Demóstenes na Operação Vegas.

Não respondeu adequadamente às perguntas do senador Fernando Collor – clique aqui para ver o último discurso no plenário do Senado, sem qualquer repercussão na colona (*) do Ataulfo de Paiva Merval  – a respeito da participação de seus subordinados no conluio com a Veja e o crime organizado de Goiás.

Com a dupla de heróis do PiG (**): o chumbeta, ou Caneta, e o Carlinhos …

Aqueles que o Michel Temer prometeu aos filhos do Roberto Marinho e ao Robert(o) Civita que jamais pisariam na CPI, como demonstrou o Leandro Fortes.

(Como diria o delegado Protógenes, jornalista bandido bandido é.)

A Corregedoria do Ministério Público deve à sociedade uma apuração rigorosa da denúncia do senador Collor contra o brindeiro Gurgel.

E a sociedade deve cobrar do Ministério Público um “choque de gestão”.

O comportamento do brindeiro Gurgel no mensalão rompeu todos os limites da sobriedade e da isenção.

Sua última cartada foi torcer para que a condenação do Dirceu influísse na eleição da São Paulo – e,  portanto, na derrota do Lula.

Desde o Procurador-Geral Antonio Francisco, autor da obra memorável dos “40 ladrões”,  a isenção e o espírito republicano do Ministério Público se afastaram dos cânones da Constituição de 1988.

Leia mais aqui: conversaafiada

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